Não perca nenhum LANCE!
Faça parte da nossa comunidade! E receba antes o que é notícia em promeira mão.
Desde 2015, informamos com imparcialidade, lutamos contra a desinformação e fortalecemos a comunidade. Nosso lance é você!
Confira os portais que fazem parte do Lance Notícias:
12/02/26 - às 15:45
Compartilhe:
A equipe de advogados do Escritório de Advocacia Nicolau divulgou nota à imprensa informando que assumiu a defesa de uma das pessoas envolvidas na investigação que apura uma suposta extorsão contra um padre atuante na Comarca de Guarapuava (PR).
O escritório é representado pelos advogados Elizanne Marcondes Soares, Felipe Colman Bahls e Miguel Nicolau Junior. No comunicado, os profissionais esclarecem que não possuem qualquer envolvimento nos fatos investigados e que foram constituídos apenas após a pessoa diretamente envolvida procurar o escritório para defesa.

A banca também informou que não divulgará a identidade dos envolvidos, com o objetivo de preservar as partes e evitar possíveis represálias.
Segundo a nota, o cliente do escritório se considera vítima na situação. Conforme relatado, ele teria descoberto, durante um relacionamento amoroso, que sua então companheira mantinha um relacionamento paralelo com o sacerdote citado. A defesa afirma que, após a descoberta, o cliente procurou assistência jurídica para ingressar com ação cível por danos morais contra a ex-companheira e o religioso.
De acordo com o comunicado, conversas que teriam sido identificadas incluiriam conteúdos considerados constrangedores, como ofensas, diálogos de teor íntimo e menções a ameaças. A defesa sustenta que, diante desses elementos, a intenção inicial do cliente era exclusivamente buscar reparação na esfera cível.
A nota afirma ainda que ocorreram tratativas extrajudiciais entre advogados que atuavam anteriormente pelo cliente e o representante legal do padre. Segundo o escritório Nicolau, o cliente não participou diretamente das reuniões e teria tomado conhecimento posterior sobre valores discutidos. A defesa declara que o valor de R$ 200 mil, mencionado nas investigações como possível tentativa de extorsão, não teria sido solicitado por seu constituinte.
Conforme o texto, o inquérito policial não apresentaria, até o momento, elementos que caracterizem extorsão, mas sim negociações profissionais entre advogados com o objetivo de eventual acordo de confidencialidade. A defesa destaca que não houve coação física ou moral para obtenção de vantagem indevida.

As investigações tramitam sob segredo de Justiça. O escritório informa que buscará comprovar a inocência do cliente durante o inquérito policial e em eventual ação penal.
